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Ciência & Navegação: Caminhos para o descobrimento do Brasil

116 páginas, 16 x 23 cm

Formato:

Autor:

Bento Ribeiro Dantas

Sinopse

Para entender a saga que levou Cabral a "descobrir" o Brasil precisamos conhecer um pouco da história anterior a este fato, para nós, tão importante. Cerca de 85 anos antes de 1500, Portugal iniciou uma verdadeira revolução dos métodos de análise, de trabalho de equipe e de globalização, com o objetivo prático e definido de descobrir terras distantes, para além do oceano. O livro Ciência e Navegação – caminhos para o descobrimento do Brasil, de Bento Ribeiro Dantas, que chegas às livrarias em junho, relata esta história de um ponto de vista original.

Ex-executivo de companhia aérea e da construção naval, o velejador e pesquisador Bento Ribeiro Dantas, um conhecedor dos "mecanismos dos mares" narra uma saga apaixonante que revela a inteligência e os esforços monumentais de nossos antepassados portugueses aos dar os primeiros passos na navegação do Oceano Atlântico. Portugal estava na vanguarda das viagens marítimas no século XV e promoveu avanços técnicos que transformaram e desenvolveram a ciência da construção naval e dos planos vélicos das embarcações, a arte da cartografia e os métodos de aquisição das informações geográficas essenciais à sua precisão, a navegação pela observação astronômica, os instrumentos e a matemática indispensáveis à sua utilização. Enfim, todos os meios que tornaram possível aos portugueses a descoberta de mais de dois terços da terra – até aquela época, para os europeus, incógnitos.

A chegada ao Brasil foi fruto de um esforço heróico, que não deixou nada ao acaso. Em Ciência e Navegação – caminhos para o descobrimento do Brasil constam relatos que comprovam que o Brasil foi visitado por portugueses antes de Cabral, um nobre que nunca tinha navegado e que não conseguiu realizar sua segunda viagem por ter brigado com o Rei D. Manoel.

O livro de Bento Ribeiro Dantas, com prefácio do velejador Lars Grael, relata os fatos históricos com o maior rigor possível já que grande parte dos arquivos se perdeu no terremoto e no incêndio que destruíram um terço de Lisboa no ano de 1755. A memória dos descobrimentos, principalmente aquela que era protegida por segredo de Estado, perdeu-se nas chamas. A solução foi recorrer aos registros encontrados por investigadores nas poucas instituições não atingidas pela tragédia.

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Edições em capa dura, papel especial e design exclusivo.

Capa do livro "Flora das Caatingas do Rio de Janeiro"
Capa do livro "Lagoa"
Capa do livro "Baía de Guanabara"